Publicado por: Roger Stein | 05/04/2011

INDIGNOS DE ADOTAR


Imagino que você tem acompanhado a discussão que já está dando volta ao mundo, entre homossexuais e “não homossexuais”. Bem, prefiro colocar como “não homossexuais”, ao invés de heteros ou cristãos, porque não se trata mais de gays e heteros/cristãos, a discussão já tomou outra dimensão.

Bem, na Inglaterra, tivemos um caso peculiar nesses dias. Um casal hetero, cristão, com todos os requisitos exigidos para adoção de crianças teve seu pedido negado. A justificativa? Suas convicções. Sim, os princípios que Jesus ensinou e que o casal Johns segue foi o motivo pela negação ao pedido de adoção de filhos.

Estamos vivendo dias em que será errado não apenas pregar o que Jesus ensinou mas pior do que isso, seremos “proibidos” de viver a fé. Sinceramente todos nós sabíamos que estes dias chegariam, mas está cada dia mais claro que esses dias já não são o futuro, mas o presente.

É incrível ver as transformações de uma sociedade, o que era moralmente errado passa a ser correto. Isso já aconteceu antes, lembra de Ló? Lá foi assim também. Mas o que fazer? Antes de tudo, nos ligarmos à videira. A salvação de Ló veio através de Abraão, porque Ló estava tão envolvido moralmente naquela sociedade que não conseguia ouvir a voz do Senhor. Portanto, voltemos à Deus, à sombra dEle estaremos seguros.

Leia, abaixo, a reportagem sobre o casal de foi proibido de adotar uma criança.

Por 15 anos, Owen e Eunice Johns trabalharam como pais adotivos para as crianças da Inglaterra. As assistentes sociais os elogiavam como “gente amável e hospitaleira” que “respondem de modo sensível” às crianças.

Mas o Supremo Tribunal de Londres acabou de decidir que os Johnses são indignos de ser pais adotivos.
O motivo: os Johnses são cristãos dedicados, e suas opiniões sobre a homossexualidade podem prejudicar as crianças sob seus cuidados. Esse parecer ecoa o parecer da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos da Inglaterra, que, de acordo com o jornal Daily Mail, afirmou que as crianças adotivas corriam o risco de serem “infectadas” pelas convicções cristãs dos Johnses.
O caso ocorreu quando os Johnses se reinscreveram na Municipalidade de Derby para adotar crianças depois de darem um intervalo. Mas em vez de recebê-los de volta de braços abertos, as assistentes sociais expressaram preocupação de que as convicções do casal estivessem violando a nova Lei de Igualdade, que protege os direitos dos homossexuais.
Os Johnses não conseguiram acreditar que ser cristão automaticamente os excluía de cuidar de crianças, e eles pediram um esclarecimento da lei. O que é chocante é que o Supremo Tribunal decidiu que as convicções cristãs sobre a homossexualidade realmente tornam um cidadão indigno de adotar crianças.
Pense no que isso significa. A Inglaterra tem uma população muçulmana imensa. Os muçulmanos, como os cristãos, creem que a conduta homossexual é imoral. Os judeus ortodoxos têm também a mesma convicção. O que o tribunal está dizendo é que os cristãos, os muçulmanos e os judeus são indignos de adotar ou cuidar de crianças simplesmente por causa de suas convicções religiosas.
Aliás, a Inglaterra tem agora um teste religioso para os cidadãos. Chegará o dia em que os cidadãos cristãos que querem ser treinadores de times de futebol infanto-juvenil ou líderes de jovens terão portas fechadas por suas convicções? Chegará o dia em que os crentes religiosos receberão “não” como resposta a propostas de empregos e permissão para adotar crianças?

Chuck Colson
Fonte: Notícias Pro Família

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