Publicado por: Roger Stein | 29/09/2009

Carnaval, Made in Brazil.


Era o que faltava! O Brasil agora exporta carnaval, sim, carnaval….e adivinhe pra onde? Líbano.

Já não basta toda a maldição que essa “festa” trás ao nosso país, agora muitos brasileiros estão orgulhosos por exportarmos essa cultura. É nesse tom que o jornalista do Estadão, Gustavo Chacra, escreveu sua coluna, como se isso fosse aumentar as dívisas ou o superávit do Brasil. É claro que essa não foi a primeira vez que o carnaval ultrapassou nossas fronteiras, mas cada vez que isso acontece devemos lamentar e não comemorar.

A bíblia diz que uma abismo chama outro, isso significa, caso não nos arrependamos a tempo, que poderemos mandar para outras nações, outras porcarias do tipo.

Mas há esperança… “onde abundou o pecado, superabundou a graça”…mas precisamos entender que a responsabilidade é nossa, cabe a nós levarmos a graça até o pecador. Por tanto: “Mãos à obra”!

Deus, sara esta nação!

Veja o texto do jornalista:

Arak e cerveja no carnaval em Beirute

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O Líbano, apesar de seu tamanho minúsculo, menor até mesmo do que o Sergipe, conseguiu influenciar a nossa cultura com a sua culinária e alguns dos seus costumes. O kibe e a esfiha se tornaram tão populares entre os brasileiros que dekaseguis preparam estes pratos libaneses no Japão para matar as saudades do Brasil.

O caminho inverso também ocorre, aos poucos, com alguns libaneses e descendentes transitando entre o Líbano e o Brasil. Em áreas do Vale do Beqa, conforme mostrei aqui há alguns meses, pode-se encontrar feijão, bombom Garoto, sabonete Phebo, bolacha Bono e outros produtos “fundamentais” para um brasileiro longe de sua terra.

Na Universidade Americana de Beirute, há aulas de capoeira. O Brazilian Jiu-Jitsu tem centenas de adeptos entre os adolescentes – aliás, a família Grace não fica muito atrás de jogadores de futebol em popularidade no exterior. Agora, foi a vez do Carnaval no Líbano.

Com o apoio da Embaixada do Brasil e do Café Najjar, 40 passistas da velha-guarda da Vila Isabel estão no Líbano para participar do carnaval. Meu amigo, leitor do blog e ministro-conselheiro da missão brasileira em Beirute, Roberto Medeiros me enviou emails entusiasmados com o sucesso. O jornal An Nahar, o mais importante do Líbano, publicou reportagem se perguntando se era “a praça dos Mártires”, principal espaço aberto de Beirute, ou “o Rio de Janeiro”. O L’Orient le Jour, tradicional jornal francófono do Líbano, e outras publicações também concederam amplo destaque.

A polícia calculou em 13 mil participantes no primeiro dia em Beirute e 7 mil no segundo. Em Zahle, terra natal de muitas famílias libanesas que imigraram para o Brasil, 20 mil pessoas compareceram, segundo a polícia. Mais conservador nas estimativas, Medeiros diz que cerca de 10 mil pessoas estiveram nos dois dias juntos na capital e outras 8 mil na “noiva do Beqa”, como é conhecida Zahle.

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